sexta-feira, 13 de maio de 2016

Quem é o Verdadeiro Vilão





 Quem é o verdadeiro Vilão...






 Aspecto assustador, Dentes Tenebrosos, Mas quem ta na área de quem, quem esta poluindo os Oceanos,





´Quem é o Vilão .... milhares são mortos por ano...

quinta-feira, 5 de maio de 2016

TAXIDERMIA LEI

Decreto-Lei nº 49/2005 de 24-02-2005

ANEXO - Decreto-Lei n.º 140/99, de 24 de Abril
CAPÍTULO II - Protecção de habitats e de espécies
SECÇÃO III - Regime jurídico de protecção de espécies
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Artigo 19.º - Taxidermia


       1 — É proibida a taxidermia em espécimes das espécies de aves previstas na alínea a) do n.º 1 do artigo 2.º e das espécies de animais inscritas nos anexos B-II, B-IV e B-V, até à entrada em vigor da respectiva regulamentação, por portaria do Ministro do Ambiente e do Ordenamento do Território.
       2 — É proibida a taxidermia em espécimes das espécies constantes do anexo D, até à entrada em vigor da respectiva regulamentação, por portaria do Ministro da Agricultura, Pescas e Florestas.
       3 — O disposto nos números anteriores não prejudica a taxidermia para fins de investigação e educação licenciada pelo ICN, nos termos do artigo 20.º
Início de Vigência: 25-02-2005

Tubarão branco gigante atrai curiosos a museu no litoral de SP

Animal tem 5 metros de comprimento e é o segundo maior do mundo.
Homens encontraram tartarugas, peixes e até uma bota dentro do animal.

Anna Gabriela RibeiroDo G1 Santos
Tubarão tem 5,5 metros de comprimento e 3,5 toneladas  (Foto: Anna Gabriela Ribeiro/G1)Tubarão tem 5,5 metros de comprimento e 3,5 toneladas (Foto: Anna Gabriela Ribeiro/G1)
Conhecida por atrair turistas em busca de boa gastronomia e cultura caiçara, a cidade de Cananéia, no litoral de São Paulo, surpreende os visitantes com uma atração de peso.  Com mais de 5 metros de comprimento e 3,5 toneladas, o segundo maior tubarão branco capturado no mundo está em exposição no Museu Municipal da cidade.
Ele foi pescado em 1992 por pescadores locais a 27 km da costa de Cananéia e, segundo o monitor ambiental João Maria da Silva, o caso deixou a cidade famosa nacionalmente. “Lembro que foi notícia nos principais jornais do Brasil inteiro. Vieram pessoas de outras cidades só para ver o tubarão. Na época virou uma atração”, conta.

Tubarão foi capturado em 1992 (Foto: Anna Gabriela Ribeiro / G1)No museu, o animal está taxidermizado e há várias informações sobre a época que o tubarão foi capturado. As fotos expostas mostram o animal sendo desmembrado pelos pescadores. Após esse processo, o tubarão passou pela taxidermia e foi exposto no museu da cidade. Os registros apontam que havia outros animais dentro do tubarão, como restos de tartarugas, um boto e até a cabeça de outros dois tubarões, um da espécie Azul e outro Baia. Além disso, um sapato foi encontrado no estômago do animal.
Tubarão foi capturado em 1992
(Foto: Anna Gabriela Ribeiro / G1)
O tamanho impressiona os visitantes. O animal, que é uma fêmea, tem 5,50 metros e pesa 3,5 toneladas. A família Mendonça, de Minas Gerais, foi ao museu a pedido das crianças, que queriam ver o tubarão. O mais curioso é que os adultos pareciam os mais impressionados. “Até assusta vê-lo assim tão de perto. As feições são tão reais que parece que seremos mordidos a qualquer momento”, brinca a bancária Luzia Mendonça.
O marido da bancária concorda com a esposa. “Como eu gosto de pesca, só fico imaginando o trabalho que deu para puxar esse bicho do mar. Acho que foram necessários vários homens”, diz o comerciante André Luis Mendonça.
Os curiosos que querem ver de perto o segundo maior tubarão capturado no mundo podem visitar o Museu Municipal de Cananéia, que fica na rua Tristão Lobo, nº 78. O museu funciona de terça-feira a domingo, das 9h às 18h. A entrada custa R$ 3.
Animal taxidermizado está exposto em museu de Cananéia, SP (Foto: Anna Gabriela Ribeiro/G1)Animal taxidermizado está exposto em museu de Cananéia, SP (Foto: Anna Gabriela Ribeiro/G1)


Prof. André Menezes Salim. Necropsista, Anatomista, e Pesquisador da área da biologia em tubarões ...



Este ataque parece que inspirou no filme “Tubarão”. O tipo de predador poderia ter sido um tubarão branco ou um tubarão touro.


Matawan Creek, New Jersey 1916
Semanas após o ataque em Jersey um grande tubarão branco matou um menino de 12 anos em Matawan Creek. Homens partiram para a caçada e conseguiram captura-lo. No entanto, antes ele já havia vitimado outra pessoa e ferido um terceiro. Ao matá-lo abriram seu estomago e fizeram uma descoberta terrível: o tubarão tinha 7 quilos de carne humana e ossos.


Brook Watson 1749
Um membro  da  tripulação   Brook Watson, de 14 anos de idade,  sobreviveu  ao  primeiro ataque de tubarão conhecido na região.  Ele  foi  duas vezes atacado  enquanto  nadava  no  porto  de Havana, Cuba.  Seus  companheiros salvaram sua vida. Ele mais tarde tivera sua perna amputada, e o tubarão levou seu pé.


Rodney Fox 1953



Ele foi campeão de pesca submarina australiana. Rodney Fox foi atacado por um tubarão branco, enquanto estava defendendo seu titulo. Depois de uma extensa luta com o animal ele conseguiu fugir. Seus ferimentos levaram quatros horas de cirurgia e 360 pontos.

Caso Terry  1993 
No dia 5 de junho de 1993, Therese (Terry) Cartwrigh foi mergulhar perto de uma colônia na Ilha Tenth, Tasmânia. Ela era muito experiente em mergulhar, mas fazia quase um ano que não mergulhava. A água estava fria e cristalina. Ela estava usando uma roupa de mergulho de 7 mm, e era a segunda pessoa na água. Terry estava com problemas para ajustar seu equipamento e estava se afastando dos outros. Ela foi instruída por outros no barco para não se afastar do grupo de mergulhadores. Eles começaram a mergulhar a 8 metros de profundidade. Terry foi muito para o fundo e teve problemas ao ajustar seus protetores de ouvido. Um Grande Tubarão Branco de Aproximadamente 4,6 metros veio em sua direção e a mordeu. Os outros mergulhadores só viram os pés de pato amarelos da Terry se mexendo para fora da boca do Tubarão. Os mergulhadores foram alguns metros mais fundo e se esconderam entre as pedras. Depois de algum tempo eles foram para a superfície. Ian, marido de Terry, estava no barco e quando soube da noticia ficou completamente perplexo. Ele pegou o rádio do barco e chamou ajuda. Nessa mesma tarde foi recolhido do mar uma perna humana ainda usando um pé de pato amarelo. 


Caso Ford - 1


Quatro dias depois em 9 de Junho de 1993 outro mergulhador foi atacado fatalmente por um Grande Branco. Esse ataque ocorreu em Byron Bay no Alto de NSW. É muito raro um Grande Branco estar nessa área. John & Debbie Ford estavam em lua-de-mel e foram mergulhar. Eles eram experientes em mergulhos. Eles esperavam ver alguns tubarões lixa nessa área. Enquanto eles estavam mergulhando eles viram um Grande Branco. O grupo começou a submergir e pararam a 5 metros para fazer uma parada de segurança de 3 minutos. Enquanto eles esperavam o Grande Branco apareceu embaixo deles. Ele tinha por volta de 5 metros de comprimento. Ele começou a subir em direção a Debbie Ford. Jonh, seu novo marido tirou ela do caminho e o tubarão o pegou. Uma grinalda foi deixada na água. Logo após do ataque acontecer, alguns pescadores foram para o lugar do ataque. O tubarão ainda estava lá e eles pegaram uma isca o mais rápido para por na água. Por uma hora e meia eles brigaram com o tubarão tentando desesperadamente chegar bem perto para poder atirar nele com um rifle 303. Durante a “briga” o tubarão vomitou uma parte do torso de John Ford. Ele finalmente conseguiu morder a linha e escapou. A cabeça de John Ford foi achada alguns dias depois no oceano. Esse foi um acidente assustador. Essa área estava cheia de peixes e o tubarão devia estar sendo bem alimentado. Houve centenas de histórias sobre esse tubarão nas semanas seguintes ao acidente incluindo a semana que ele morreu quando comeu uma âncora de um barco de pesca. A cada ano, 100.000 mergulhadores mergulham em Byron Bay. O único outro ataque que eu ouvi falar ser fatal foi de um surfista em 1982. O nome dele era Ford também e está relatado logo abaixo .

                                  Caso Ford - 2

No dia 7 de março de 1982 Marty Ford estava surfando na Praia de Tallow, Byron Bay, quando ele foi atacado. Ele não estava longe da praia quando o tubarão o puxou para baixo. Seus amigos foram o pegar e o puseram em cima de sua prancha e o levaram para a areia. Suas pernas estavam muito feridas eles aplicaram um torniquete mas ele logo ficou inconsciente. Ele morreu logo depois de chegar ao hospital. Esse foi o primeiro ataque fatal em 19 anos desde janeiro de 1963. Teve outro 11 anos depois que foi o de John Ford que foi relatado logo acima.

O caso Aldinga 

Embora na praia de Aldinga haja um grande número de ataques de tubarão nesses anos, ainda é um lugar muito popular para se mergulhar. Em setembro de 1993 um grupo de mergulhadores estavam em um recife a 350 metros da praia. Eles eram da Adelaide University. Era por volta de 3 da manhã e os mergulhadores estavam voltando para o barco, a 18 metros de profundidade o ataque ocorreu. Três outros mergulhadores estavam na água nessa hora. Os outros 4 já estavam no barco.O amigo da vítima Dave Roberts, olhou para trás para ver se Jonathon Lee estava bem e estava. Eles estavam quase entrando no barco quando ouviram um grito e olharam para trás e viram um Grande tubarão branco de provavelmente 4 metros de comprimento. Jonathon de 19 anos estava faltando.
Dave se escondeu atrás de uma pedra e o tubarão passou do lado dele. O tubarão não viu ele. Dave então subiu e gritou “Tubarão!!”. O barco rapidamente foi para perto dele. A polícia mais tarde achou o tanque de oxigênio e os pés de pato de Jonathon Lee todo deformado. Foi dito que os pés de Jonathon ainda estavam nos pés de pato. Nada mais foi encontrado.


Ataque a mergulhador na Califórnia USA
O Biólogo Marinho, Michael Herder estava mergulhando na costa da Califórnia em 1982 quando ele sentiu uma mordida. Primeiro ele pensou que foi pego por um pequeno animal quando ele olhou para trás era um Grande tubarão branco. Ele empurrou sua cabeça. O tubarão se afastou mas mordeu pela segunda vez antes de ir embora. Estimou-se que ele teria por volta de 3 a 4 metros de comprimento. Michael voltou para o barco e no começo não sentiu nenhuma dor. Mas quando chegou em terra firme não conseguia andar sem a ajuda de alguém. A segunda mordida esmagou seu traseiro mas a primeira apenas atingiu sua roupa de mergulho sem penetrar. Michael teve sorte de não sofrer nenhum ferimento permanente em seus nervos e músculos.

Ataques em Barcos  

Na noite de 25 de Julho de 1983 três pessoas em uma pescaria a oeste de Townsville Queensland foram jogados para fora do barco quando o barco afundou. Ray, o comandante, Dennis, o deckhand, e Linda, namorada do Dennis. Eles ficaram se segurando em uma prancha de surf e numa bóia salva vidas. Embora eles tenham vistos tubarões na água eles pensaram que iam ser resgatados. Na noite seguinte um grande tubarão começou a circular em volta deles. O capitão do barco, Ray Boundy foi levemente mordido no joelho. Alguns minutos depois todos os três foram jogados por uma onda. Quando submergiram um tubarão mordeu a perna de Dennis. E ele gritou “Esses filhos da mãe pegaram a minha perna “.O tubarão soltou a perna dele. Começou a sair muito sangue e Dennis percebeu que o sangue poderia atrair outros tubarões. Ele não queria por Ray ou sua namorada Linda, em perigo então ele nadou para longe deles. Ele pediu para Ray cuidar de Linda. E ele foi atacado novamente não tão longe de seus amigos. Ray mais tarde contou “Ele não parava de gritar e eu não podia acreditar que alguém poderia ter estômago para passar por uma situação assim”. ..Foi como assistir um humano ser alimentado por um animal. Linda estava histérica..”.As 4 da manhã um tubarão foi visto de novo circulando eles. Um tubarão puxou a Linda para baixo. Ray mais tarde disse " O tubarão se arremessou no ar e pegou seu tronco e a afundou Foi tudo tão rápido e ela não parava de gritar e o tubarão a chacoalhou como se ela fosse uma boneca de pano ... Ela não falava nada, mas ela estava murmurando...".Algumas horas depois o tubarão retornou mas antes que ele o atacasse ele pegou um onda para um recife e conseguiu escapar. Logo depois um avião de resgate veio e o salvou. Ray acha que foi o mesmo tubarão responsável pelos ataques, mas experts descordam.

                  Vítimas de acidentes de avião
Em 1957 um avião Pan-American caiu no oceano a 1600 km do Hawaii. Das 44 pessoas que sobreviveram ao acidente 19 foram mortas por tubarão.

USS INDIANAPOLIS
Um dos piores ataques em sobreviventes de naufrágio aconteceu durante a segunda guerra mundial. Um navio americano, USS Indianapolis tinha 1200 homens a bordo, estavam em uma missão secreta para entregar uma bomba atômica que mais tarde foi jogada no Japão. Depois da entrega, o navio foi para as Filipinas. No caminho ele foi afundado por um submarino japonês. Era quase de madrugada e eles não tiveram tempo de pegar seus barcos salva-vidas. Logo haviam 900 homens boiando no oceano em seus coletes salva vidas. Por causa da natureza secreta da missão, ninguém sabia que esse navio estava naquela área e não estava listada como perdida . Tubarões estavam continuamente rodeando os náufragos naquela noite e no dia seguinte, mas não atacaram. Na noite seguinte os tubarões chegaram mais perto mas foram afugentados. Finalmente durante a noite um grito foi ouvido e outro homem desapareceu. Mais de 100 homens foram mortos naquela noite. Os sobreviventes do USS Indianapolis ficaram na água por cinco dias e cinco noites. Quando foram resgatados apenas existiam 315 sobreviventes para contar a história. Essa história foi contada até em um filme.

NOVA SCOTIA
O Nova Scotia naufragou em Novembro de 1942 na Costa da África depois de ser atingido por um submarino alemão. Acredita-seque mais de 900 homens a bordo chegaram a água vivos. Três dias depois foram salvos apenas 192 homens ainda vivos. A maioria dos mortos estavam boiando com seus coletes salva-vidas sem algum pedaço do corpo.

Henri Bource

Voltando a 1964, Henri Bource estava mergulhando na ilha Lady Julia Percy na parte inferior de Victoria, bem perto do sul da Austrália. Essa é uma grande área de focas, e mergulhadores sempre vem para nadar com elas. Ele estava mergulhando sem usar equipamento. Ele estava com algumas outras pessoas e eles estavam mergulhando e brincando com as focas quando de repente eles sumiram. Alguns segundos depois Henri foi mordido por um Grande Tubarão Branco. Ele foi puxado para o fundo e perdeu sua máscara e seu snorkel. O tubarão rasgou sua perna e ele teve tempo para submergir. Enquanto ele estava na superfície ele teve calma suficiente para dizer seu tipo sangüíneo para eles rapidamente pegarem para uma possível transfusão. Os outros o puxaram para o barco e aplicaram um torniquete para retardar o sangramento. Ele ficou inconsciente. Mais tarde foi dito que ele perdeu 3,5 litros de sangue. Um médico já estava aguardando com o sangue para a transfusão no cais quando o barco chegou. Henri sobreviveu ao ataque e estava de volta na água apenas algumas semanas após ao acidente. O inacreditável e que algum tempo depois ele foi atacado de novo e o tubarão comeu sua outra perna .Por sorte era a sua perna artificial. O tubarão que pegou sua perna tinha 2 metros de comprimento e foi erradamente identificado como tubarão tigre.

BRIAN ROGERS

Em Março de 1961, Brian Rodgers estava no concurso anual de pescaria com arpão em Aldinga, Sul da Australia. Nos anos 60 todos os peixes que você pegava tinham que ser guardados até o final da competição. Isso fazia dos pescadores um alvo fácil para os tubarões eles eram atraídos pelo sangue e pelo cheiro do peixe. Mais tarde as regras foram mudadas. Brian já tinha uma boa caça mas ele queria mais. Antes que pudesse, ele foi agarrado na perna por um Grande Tubarão Branco. O tubarão saiu e voltou para outro ataque. Brian atirou nele com seu arpão em sua cabeça. Ele rapidamente desapareceu. A água estava toda vermelha com seu sangue. Ele removeu a borracha de sua arma , o arpão , e usou para fazer um torniquete em volta de sua perna. Ele começou a nadar vagarosamente até a praia. Ele estava muito cansado por causa da perda de sangue e ele tinha vários ferimentos no braço. Ele foi finalmente resgatado por um caiaque e rapidamente foi levado para o hospital de Adelaide. Ele levou 200 pontos e os médicos disseram que ele só conseguiu sobreviver graças a sua excelente condição física. Mesmo sendo atacado isso não evitou com que ele voltasse a competir. No ano seguinte ao acidente ele competiu de novo e ficou em Segundo lugar. O vencedor foi Ron Taylor que alguns anos mais tarde fez uma grande pesquisa e filmou com os Tubarões Brancos.

Um ataque não fatal em Sidney

Um dos mais bizarros ataques aconteceu em 1966 em Coledale, 50 km ao sul de Sydney, Australia. Ray Short, um menino de 13 anos , estava nadando numa praia numa tarde de fevereiro. Ele viu uma sombra preta se aproximando e pensou que ia morrer. Mais tarde ele falou que pensou que nunca mais iria ver sua mãe e seu pai de novo e nenhum de seus colegas. O tubarão era um Grande Branco fêmea de 2 metros e meio de comprimento. A fêmea agarrou sua perna. Como é ensinado a maioria dos australianos, Ray tentou acerta-la no olho. E no desespero ele a acertou no nariz. “Seu nariz era duro e sua pele grossa salgada”. A água em volta de Ray estava ficando vermelha de sangue. Ele disse que podia provar seu próprio sangue na água. O tubarão e o menino foram empurrados por uma onda para um banco de areia perto da praia . Em poucos segundos as outras pessoas que estavam perto foram salva-lo. Eles ficavam falando “Está tudo bem ,o tubarão foi embora… você vai ficar bem agora !”.Mas o tubarão não ia embora !! Ray continuou gritando que ela estava com sua perna , mas eles pensaram que ele estava em choque e continuaram levando ele para a praia. Finalmente uma das pessoas foi descendo sua mão em direção da perna de Ray e encontrou um grande tubarão segurando sua perna. O sangue atrapalhou a visão deles. O tubarão não ia embora de jeito nenhum e foi finalmente arrastado para praia junto da perna de Ray. Eles bateram no tubarão com pedaços de madeira e pranchas de surf mas o tubarão se recusava a soltar a perna. Então apareceu um homem que possuía um rifle e atirou no tubarão só assim ele foi embora Ray Short sofreu 14 operações em sua perna , mas sobreviveu ao ataque.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

EM PRO DOS TUBARÕES



Cerca de 100 milhões de tubarões são mortos a cada ano para abastecer o comércio mundial de nadadeiras/barbatanas pela prática do "finning", segundo dados da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO).

O Finning é uma prática cruel, que está dizimando os tubarões por todo o mundo. Nela, o animal é capturado e suas nadadeiras/barbatanas são cortadas. O tubarão é jogado de volta ao mar, sangrando e incapacitado de nadar, tendo uma morte agonizante.

A pesca para obtenção das nadadeiras/barbatanas de tubarão é uma ação predatória e insustentável, ameaçando seriamente a sobrevivência das populações de tubarões. Esta crueldade já dizimou um número inacreditável: Mais de 90% da população de grandes tubarões do mundo foi exterminada. porque esta brutalidade é mais rápida que a sua capacidade de reprodução. E em nosso litoral, 67% das espécies de tubarões já estão correndo algum tipo de risco de extinção. Nos últimos 20 anos, as populações de tubarões declinaram em até 90%, segundo as pesquisas e dezenas de espécies estarão extintas nas próximas décadas.

Mergulhador Sobrevivente e Defensor de Tubarões, Rodney Fox!!!!

Fox foi atacada por um grande tubarão branco enquanto caça submarina e mal mordido em torno do peito e no braço, em dezembro de 1963. Sua história de ataque e de fuga foi publicada muitas vezes. Ele é considerado como um sobrevivente do milagre de um dos piores ataques de tubarão não fatais do mundo. [4]
No ataque, da Fox abdômen estava totalmente exposto e todas as suas costelas foram quebradas em seu lado esquerdo. Seu diafragma foi perfurado, seu pulmão foi rasgada, sua escápula foi perfurado, seu baço foi descoberto, sua artéria foi exposta, e ele era minutos longe de sua veias colapso devido à perda de grandes quantidades de sangue . Otendões , dedos e polegar em sua mão direita foram todos cortados e até hoje ele tem parte de um dente de tubarão incorporado em seu pulso. Suas feridas necessários 462 pontos após o ataque.
Fox passou a projetar e construir o primeiro abrigo gaiola de observação água para mergulhar com o grande tubarão branco, e há mais de 40 anos tem levado grandes expedições para filmar e estudar seu atacante. [5] Ele organizou e sediou a primeira grande tubarão branco expedição para acolher os mergulhadores desportivos, e foi executado centenas de expedições nos trinta anos desde então.
Fox é considerado como uma autoridade mundial sobre o grande tubarão branco e tem uma grande reputação como um líder da expedição e produtor de documentários de tubarão. Ele esteve envolvido de alguma forma com a maioria dos grandes filmes de tubarões brancos feitos no século 20. Ele já recebeu expedições para mais de 100 metragem e documentários grandes filmes com cineastas e pesquisadores de tubarão de 16 países diferentes. Da Disney , Universal , IMAX , Sociedade Cousteau e National Geographic se alistaram sua ajuda e ter filmado e estudou o grande tubarão branco de suas gaiolas .
A vida de Fox desde o ataque envolveu consultoria e coordenação de equipes de filmagem e organizando e orientando ecoturismo viagens de aventura e expedições especializadas em grandes tubarões brancos e outras criaturas marinhas. Ele também viaja pelo mundo dando palestras para as pessoas sobre suas experiências com tubarões e a necessidade de esforços de conservação para continuar. Suas palestras e filmes sobre o grande tubarão branco ter educado nadadores e mergulhadores ao potencial realista de um ataque de tubarão. Ele envia uma mensagem firme de que "tubarões não são de todo ruim, temos muito poucos confrontos com eles e devemos cuidar de todos os nossos peixes, especialmente o grande branco". Ele posiciona como um importante "pedra angular predador" controlar diretamente a diversidade e abundância de outras espécies na grande teia da vida.
Fox tem uma grande coleção privada de displays e itens de 40 anos fazer cinema no oceano que são em turnê ao redor da Austrália e do mundo. Eles apresentam grandes modelos branco tubarão, tubarão gaiolas prova do filme Jaws (que ele foi um dos consultores para junto com Ron & Valerie Taylor ), gigantes e antigos fósseis dentes de tubarão, além de fotos e vídeo destaques de muitos filmes que ele tenha sido envolvido em.
Fox, junto com seu filho, Andrew, após mais de 40 anos, ainda continuam a correr Rodney Fox Great White Shark Expeditions, uma operação de mergulho gaiola de tubarão para ver grandes tubarões brancos na natureza off sul da Austrália. Esta operação também atua como uma plataforma para futuras pesquisas muito necessária de grandes tubarões brancos, bem como fomentar a qualidade documentários história natural da espécie.
Fox e André, junto com o pesquisador de tubarão Dr. Rachel Robbins, fundou o tubarão Research Foundation Fox (FSRF), que é dedicada ao estudo e conservação do grande tubarão branco.
O grande tubarão branco é listada pela IUCN como uma espécie vulnerável. O Tubarão Foundation Fox Research está se esforçando para expandir nossa compreensão de grandes tubarões brancos, utilizando as mais recentes tecnologias e métodos de investigação e trabalhar em colaboração com outras instituições científicas.
Fox se esforça atualmente para aumentar ainda mais a consciência pública sobre a situação de todas as espécies de tubarões através de sua operação de mergulho e pesquisa fundação, através de publicações, falar em público, e os filmes de suas operações facilitar.
Em 2009, Fox foi nomeado para o 2010 Prêmio de Indianápolis , o maior prémio monetário individual do mundo para a conservação da espécie animal.




Ataques de Tubarões .Porque isto acontece?

Existem vários fatores que explicam esses ataques, mas os especialistas consideram que talvez o principal deles tenha sido a construção do porto de Suape, ao sul de Recife. Ele foi inaugurado em meados da década de 80, mas passou a funcionar a pleno vapor a partir dos anos 90. E foi exatamente nessa última década que começaram a explodir os ataques de tubarões nas praias metropolitanas de Recife - foram cerca de 40 incidentes, causando a morte de 13 pessoas. Antes desse período, quase nenhum caso havia sido registrado na região. "Parece haver uma correlação significativa entre o número de navios do porto e a ocorrência de ataques. Os tubarões reconhecidamente costumam seguir grandes embarcações", afirma o biólogo Fábio Hazin, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).
Mas também existem outros fatores que explicam o problema, como a elevação do número de surfistas e banhistas no mar, a crescente pesca de arrasto de camarão - com os barcos despejando restos da pescaria no mar, o que atrai os tubarões -, a topografia do relevo submarino da região e até mesmo algumas condições climáticas, como a influência dos ventos nas correntes marítimas. De acordo com Fábio, que tem acompanhado de perto a situação, as principais espécies responsáveis pelos ataques são o tubarão-tigre (Galeocerdo cuvier) e o cabeça-chata (Carcharhinus leucas). As duas espécies são conhecidas pela ferocidade de seus ataques e pelo grande apetite. Uma prova desse poder predatório é que já foram encontrados no estômago de tubarões capturados os mais variados objetos, como placas de carro, garrafas, sacos plásticos e até mesmo latas de cerveja.

Duas espécies são responsáveis pela maioria dos incidentes
Até 3,5 metros
CABEÇA-CHATA (Carcharhinus leucas)
Extremamente adaptável à água doce, ele já foi encontrado no rio Amazonas a 4 quilômetros da costa. Tem nariz largo e achatado, olhos pequenos, barriga branca e corpo acinzentado. As fêmeas costumam ser maiores que os machos
Até 6 metros
TUBARÃO-TIGRE (Galeocerdo cuvier)
É uma das espécies mais temidas em função da violência de seu ataque. Ele come uma grande variedade de animais (tartarugas, raias, moluscos), inclusive membros da mesma espécie. Tem esse nome em função das manchas pretas no corpo
 fatalCondições naturais e modernização da região fizeram as feras se aproximar dos banhistas
Ventos preocupantes
A maioria dos ataques ocorre quando o vento sopra forte de sul e sudeste. Nesses dias, as correntes oceânicas do sul para o norte se intensificam, trazendo para perto das praias de Recife os tubarões que seguem os rastros de navios no porto de Suape
Vítima mais provaveis
Os surfistas são os que mais sofrem, pois ficam muito tempo na água. Além disso, as ondas se formam longe da praia, perto do banco de areia, aproximando ainda mais surfistas e tubarões, que podem confundir as pernas boiando na água com peixes se debatendo
Porto Suape
O crescimento das atividades do porto de Suape, ao sul de Recife, fez aumentar o tráfego de navios na região. Atraídos pelos restos de alimentos e dejetos jogados no mar, tubarões seguem as embarcações, aproximando-se da costa
Mangues
A destruição de mangues onde foi construído o porto de Suape fez com que as fêmeas de tubarão cabeça-chata que usavam o local para parir migrassem para o estuário do rio Jaboatão, ao norte. Esse rio desemboca exatamente nas praias de Recife
Canal
Um banco de areia se estende no mar a cerca de mil metros das praias recifenses. Entre essa longa faixa, com profundidade entre 1 e 3 metros, e a praia é formado um canal profundo (entre 5 e 8 metros), que se transforma numa espécie de refeitório para os tubarões
Alimentos faceis
O problema da existência de um canal entre as praias e o banco de areia é que ele atrai várias espécies de raias, justamente um dos "pratos favoritos" dos tubarões. A presença de tantas presas nessa área faz os tubarões permanecerem mais tempo perto das praias.



 RESPEITE AS PLACAS DE AVISO, COLOCADA PELOS GUARDAS VIDAS LOCAIS!!!


 

terça-feira, 3 de maio de 2016

ESPORTE SIM DROGAS NUNCA!!!!!!!

Tenha Consciência ,,, Preste bem Atenção .... Drogas Jamais!!!

Biologia dos Tubarões

Tubarões são peixes cartilaginosos (Chondrichthyes) marinhos classificados na subclasse Elasmobranchii (a mesma das arraias), da Superordem Selachimorpha .
Existem cerca de 400 espécies.
Os Tubarões mantiveram-se quase inalterados durante milhões de anos.
Apareceram no planeta Terra na era Paleozóica, (mais ou menos 400 milhões de anos atrás).
Têm pele grossa, geralmente cinzenta e coberta por pequenas escamas em forma de dentes.
O corpo do tubarão é hidrodinâmico e apresenta barbatanas peitorais, barbatana dorsal alta e barbatana caudal bifurcada.
De cada lado da cabeça existem cinco fendas branquiais descobertas (sem opérculo).


tubarão brancoOs tubarões são provavelmente os animais mais capacitados sensorialmente.
Tem uma capacidade incrível de perceber estímulos de todos os tipos, e pode sentir uma gota de sangue em um milhão e meio de gotas de água a uma distância de 30 metros.
O olfato é fantástico, e a sua audição funciona como radar para perceber vibrações na água.
Além disso são dotados de uma espécie de sensores elétricos e por isso consegue perceber a sua presa através dos impulsos elétricos.
São carnívoros e costumam se alimentar depeixescrustáceoslulaspolvostartarugas,raias e outros cações.
Vivem em águas costeiras e oceânicas, desde a superfície ao fundo em quase todos os oceanos e mares.
Podem viver até 80 anos.
O tamanhos pode variar entre 0,10m e 18m de comprimento.
No Brasil, existem 88 espécies de tubarão conhecidas.
Na foto ao lado um tubarão branco.

tubarões marteloReprodução

A reprodução dos tubarões ocorre por fecundação interna. O macho introduz o órgão reprodutor masculino (clasper) no órgão copulador feminino (oviducto) da fêmea.
As fêmeas atingem, em geral, a sua maturidade sexual com maior tamanho do que os machos e normalmente procriam todos os anos.
Nas espécies ovíparas (20% do total) a fêmea realiza a postura dos ovos retangulares, protegidos por uma membrana filamentosa, para que se grude em algas ou pedras.
Nas espécie ovovivíparas (70%), o desenvolvimento dos ovos ocorre no oviduto da fêmea, e o filhote já nasce pronto.

Nas espécies vivíparas (10%), o desenvolvimento do embrião realiza-se internamente, com ligações placentárias, e os filhotes também já nascem prontos.

A viviparidade garante que os filhotes sejam bem alimentados durante o seu desenvolvimento, estando prontos para sobreviver imediatamente após o nascimento.

Na foto ao lado, tubarões martelo.
ovos de tubarão ovíparoA seleção natural dos tubarões inicia-se, em algumas espécies ovovivíparas e vivíparas, ainda dentro do útero, através da prática do canibalismo.
Os filhotes que se formam primeiro (de quatro a quinze) comem os que ainda não estão formados, e depois comem uns aos outros, sobrevivendo apenas os mais fortes.
Tubarões ovíparos põem ovos com cascas grossas, resistentes a predadores, e que depois são presos por eles nas rochas ou nas algas. Os ovos são incubados dias ou semanas depois, e os filhotes sobrevivem por conta própria. Muitas das cascas de ovos têm uma forma retangular, e algumas, como a “bolsa de sereia” (na foto ao lado), posta pelos esqualídeos, são muitas vezes trazidas até a costa pelas marés.
O comportamento dos tubarões durante a fase de acasalamento pode ser bem complexo, e os rituais pré-nupciais entre machos e fêmeas variam muito entre as diversas espécies. Certos padrões de comportamento, como o nado sincronizado, as mordidas e alterações de cor, são comuns nas várias espécies. Algumas delas, como o tubarão-frade, envolvem-se num complexo comportamento grupal, durante o qual nadam em círculo.
A retirada do esperma de um rival é importante para garantir a paternidade. Por isso o órgão sexual  do tubarão macho possui um canal duplo. Um dos tubos esguicha na fêmea um possante jato de água do mar para limpar qualquer esperma que tenha sido depositado em acasalamentos anteriores, e o outro introduz o seu próprio esperma. Assim, ele garante que a prole terá os seus genes.
ataque de tubarão

Cartilagens ao invés de ossos

Os tubarões, como as arraias e as quimeras, são diferentes de outros peixes.
A maioria dos outros peixes possuem esqueletos feitos de ossos, como os mamíferosrépteis,anfíbios e pássaros.
Os tubarões e as arraias possuem esqueletos feitos de cartilagem (como a nossa orelha).
A cartilagem deixa os tubarões mais leves para que não afundem no oceano e não precisem de uma bexiga natatória como outros peixes.

Pele e escamas

A pele dos tubarões é protegida por escamas placóides e por isso é muito áspera.
Possui ainda bio-receptores, que permitem que os tubarões possam saber se há substâncias perigosas na água, avaliar a salinidade e outros parâmetros químicos.
olhar de tubarão

O tubarão pode detectar campos elétricos

A cabeça, especialmente ao redor do focinho, apresenta pequenos poros, denominados ampolas de Lorenzini.
Estes receptores são sensíveis à temperatura, salinidade e pressão da água, com a capacidade de detectar campos eléctricos muito sutis, gerados por outros animais.
Podem, deste modo, detectar o batimento cardíaco de um peixe que esteja enterrado na areia, a alguns metros de distância.
A capacidade de perceberem estas ligeiras mudanças na corrente elétrica do ambiente, além de facilitar a caça, ajuda na navegação em mar aberto durante as grandes migrações, guiando-se através do campo electromagnético da Terra.


tubarões nadando em circulo

Olfato

o olfato do tubarão é muito apurado, permitindo-lhes identificar substâncias bastante diluídas na água, como concentrações de sangue abaixo de 1 parte por milhão.
Por isso em alguns países são chamados de "narizes nadadores".
Quando detectam o cheiro de sangue ou de corpos em decomposição, facilmente encontram o local de origem, utilizando principalmente o seu olfato. E é por isso que sempre se diz que quem está sangrando não deve entrar no mar.

Audição

O seu ouvido interno, que é responsável pelo equilíbrio e detecção das vibrações de baixa frequência, situa-se atrás e acima do olho. Possui três canais semicirculares e detecta vibrações a longas distâncias, podendo o tubarão ouvir  o som de um peixe a debater-se a uma distância de 250 a 650 m.

olho do tubarao

Visão

A abertura pupilar varia de circular a oval quando aberta. Na luz brilhante a pupila pode ser apenas um pequeno círculo ou fenda, que pode ser vertical (como acontece com o gato)ou horizontal. O seu olho possui uma camada reflectiva que permite um aproveitamento maior da luminosidade em lugares com pouca luz, como as águas turvas ou profundas e à noite.

Vibrações

As suas linhas laterais são também capazes de captar vibrações de média e baixas frequências, correntes, mudanças na temperatura e pressão da água, assim como localizar obstáculos e alimentos em águas turvas. Do mesmo modo, pode também detectar, pela turbulência causada, a aproximação de um inimigo de grande porte.

tubarao-lixa

 

Respiração e natação

A maioria dos tubarões, quando parados, não conseguem bombear a água para as brânquias (guelras), para respirarem.
Precisam forçar a entrada da água pela boca, para que passe pelas brânquias e saia pelas fendas branquiais.
Mas a ausência de bexiga natatória dificulta a sua flutuação.
Estas duas características são as responsáveis pela maioria dos tubarões nadar constantemente, pois, se por algum motivo pararem, afundam e/ou morrem por asfixia.
Mas conseguem ficar parados no fundo, se estiverem de frente para uma corrente. Eles não andam mas a água anda (corrente), passa pelas guelras e assim ele pode respirar parado.
tubarão nadando

Temperatura e hábitos de alimentação

A maioria dos tubarões são ectotérmicos,ou seja, tem temperatura variável e dependente do ambiente externo.
Muitos tubarões, apresentam um menor metabolismo, sendo mais lentos e com menores necessidades energéticas.
Para manter a sua temperatura constante e um bom grau de atividade, dependem de águas  quentes e das regiões costeiras.
Alguns tubarões da ordem dos Lamniformes possuem a capacidade de conservar o calor metabólico e manter a temperatura de regiões importantes do corpo constantes através de adaptações anatômicas, mantendo a temperatura do corpo maior do que a da água.
tubarao-martelo
Porque eles tem que nadar constantemente (para poder respirar), gatam muita energia, e para repor precisam comer bastante.
Devido a essa voracidade natural, algumas espécies limpam os oceanos ao comerem os animais feridos ou mortos, mesmo se estiverem podres.
A sua boca possui uma grande abertura. Os dentes, triangulares, afiados e eficientes para agarrar e cortar, não possuem raiz.
Os tubarões têm várias fileiras de dentes de reposição, que ficam atrás da fileira de dentes que está em uso. Quando um dente é perdido, o de trás move-se para ocupar o seu lugar. Algumas espécies não possuem os afiados dentes triangulares, essenciais aos predadores, por isso tiveram que se adaptar a outras formas de alimentação.
Na foto ao lado um tubarão martelo.
boca de tubarão

Os dentes dos tubarões

A única arma do tubarão é sua boca. Como suas nadadeiras e seus órgãos dos sentidos, a boca do tubarão é uma adaptação fisiológica muito eficiente, perfeitamente adaptada à sua finalidade. Existem dois elementos que tornam a boca tão eficiente: os dentes e as mandíbulas.
Os dentes do tubarão são como os dentes dos predadores terrestres. Eles são muito afiados para cortar a carne. Os tubarões são exclusivamente carnívoros. Alguns tubarões que vivem no fundo do oceano possuem dentes especiais para abrir as conchas, mas os mais ativos possuem dentes adequados para comer carne. Há uma grande variedade de dentes de tubarões, assim como uma grande variedade dos próprios tubarões. Esses dentes podem ser divididos em duas categorias gerais.
Muitas espécies de tubarão, como o tubarão-duende e o tigre-da-areia, possuem dentes longos e finos. Essa estrutura é bem adequada para caçar pequenos peixes. O tubarão mata o peixe imediatamente com uma única mordida. Em seguida, engole o peixe inteiro.
Os tubarões que caçam presas maiores precisam de uma estratégia diferente e também de dentes diferentes. Eles mordem suas presas várias vezes, mordendo grandes pedaços de carne. Os tubarões deste grupo, que inclui o famoso tubarão-branco, possuem dentes bastante serrados. Esses dentes atuam como uma faca de caça e cortam facilmente carne e ossos. Muitos tubarões possuem combinações de dentes longos e afiados com dentes serrados para que possam manter a presa no lugar certo enquanto a cortam.

tubarão por dentro

 

Como é um tubarão por dentro?

guelras

tubarões martelo

Uma máquina perfeita

Os tubarões, encontram-se em seu atual estado de perfeição evolucionária há cerca de 63 milhões de anos.
A uma distância de l,6km ou mais, o tubarão pode ouvir e localizar precisamente sons de baixa frequência que indicam uma agitação na água, como um peixe se debatendo. A cerca de 400m, pode farejar baixas concentrações de sangue ou outros fluidos corporais na água e seguir o cheiro até sua fonte.
Utilizando a fila de detectores ao longo dos lados de seu corpo, o tubarão compara mínimas diferenças no fluxo da corrente e nada em direção a ela para localizar sua vítima.
Seus olhos são dez vezes mais sensíveis à luz fraca que os dos homens e, mesmo na escuridão quase total, ele pode ver o movimento da presa a oito metros de distância. Quando está se movendo rapidamente para a superfície, pode desativar seu sistema de adaptação ao escuro e acostumar-se instantaneamente à claridade.
Mas, ao aproximar-se para o ataque, o tubarão nada quase cego, pois seus olhos são cobertos por uma membrana ou desaparecem nas órbitas protetoras, conforme a espécie.

Nessa hora, um impressionante sentido assume o comando — o de detectar atividade elétrica.
Através de receptores localizados em seu focinho, o tubarão pode detectar insignificantes correntes eletricas causadas pela contração muscular — como a batida de um coração — no corpo da vítima.
É o sentido máximo de ataque, guiando-o em sua última arrancada em direção à presa.
Isso talvez explique porque, algumas vezes, os tubarões atacam barcos.
Eles não buscam seus ocupantes, mas são atraídos pelas fracas correntes eletricas produzidas pelas peças de metal imersas na água.
Em resposta ao estímulo, o tubarão reage instintivamente — abre suas mandíbulas e ataca a fonte dos sinais.
Esse sistema de percepção elétrica também é usado pelos tubarões-martelo para detectar presas escondidas, tais comoraias-lixa e linguados enterrados na areia do fundo do mar. O formato curioso de sua cabeça é o segredo do tubarão martelo. Eletrossensores distribuem-se por toda sua testa e guiam-no precisamente até a presa escondida.
A sensibilidade aos fracos sinais elétricos também pode explicar como um grupo de tubarões-martelo é capaz de reunir-se todas as manhãs no mesmo recife, após caçar solitariamente durante toda a noite. Pensa-se também que eles podem localizar seu local de encontro ajustando-se ao campo geomagnético da terra.
caça

 

Qual a diferença entre cação e tubarão?

Na verdade nenhuma.
Os pescadores costumam dizer que cação é o que a gente come e tubarão é o que come a gente.

tubarão-baleia

Tubarão-baleia

Nome científico: Rhiniodon typus
Classe: Chondrichthyes
Subclasse: Elasmobranchii
Ordem: Orectolobiformes
Família: Rhincodontidae
O maior de todos os tubarões e o maior peixe vivo conhecido.
O seu tamanho e a grande boca o tornam facilmente reconhecível, podendo ser visto perto da superfície em muitas águas tropicais ou subtropicais do mundo inteiro.
Os tubarões-baleia alimentam-se principalmente de plâncton, embora também comam regularmente cardumes depequenos peixes e lulas. Ao contrário dos tubarões-frade, que simplesmente filtram enormes quantidades de água enquanto nadam, os tubarões-baleia sugam ativamente as suas presas antes de filtrá-las com eficácia. As vezes alimentam-se em grupos em lugares com grande concentração de determinados tipos de alimento.
Aparecem regularmente nos mesmos locais e em determinadas épocas do ano, provavelmente para aproveitar certos acontecimentos, como a desova dos corais e o florescimento regular de plâncton. Por esta razão, tornaram-se o centro de uma grande indústria de ecoturismo em algumas partes do mundo, principalmente na costa ocidental da Austrália.
O tubarão-baleia habita os oceanos tropicais e de água quente. Sendo uma espécie geralmente solitária, reunem-se em grupos esporadicamentel para alimentar-se em várias costas com alimentação abundante.
Os machos vivem em distâncias maiores que as fêmeas, que normalmente tendem a permanecer em locais fixos.
A pele destes peixes é marcada por pontos claros e listras amarelas. Estes pontos são específicos em cada indivíduo, de modo que podem ser usados para identificar cada animal e fazer uma contagem exata da população.
Sua pele pode ter até 10 cm de espessura. O tubarão tem duas barbatanas dorsais. A cauda de um tubarão-baleia tem a parte superior maior do que a inferior, mas quando adulto a diferença diminui. Os espiráculos do tubarão encontram-se justo atrás dos olhos.
O tubarão-baleia não é um nadador eficiente, movimentando o corpo inteiro quando nada. O resultado deste movimento, que é incomum para tubarões, é uma velocidade média próxima a 5 quilômetros por hora.
Tamanho máximo: Incerto, mas provavelmente até os 20 m / mais de 12.000 kg.
Distribuição: Todos os mares temperados quentes e tropicais, exceto o Mediterrâneo. É possível que seja um animal altamente migratório.
Dieta: Zooplâncton, pequenos peixes, lulas.
Reprodução: Vivíparo. Número de crias variado.  Um exemplar em Taiwan continha mais de 300 fetos, o maior número encontrado em um tubarão.
tubarão baleia e um mergulhador

 

Na foto ao lado, um tubarão baleia.

Após anos de luta, o Brasil cria uma importante ferramenta para coibir a prática do Finning no Brasil.
tubarão baleia comendo



Tubarão baleia se alimentando
tubarões


Como prevenir ataques de Tubarão?

1. Não nadar sozinho. Os tubarões não costumam atacar grupos de pessoas, mas sim indivíduos sozinhos.
2. Evitar se banhar ao amanhecer, e ao entardecer/noite. Durante essas horas, muitos tubarões costumam ser mais ativos.
3. Não ir muito para o fundo. Desta forma nos isolamos e nos distanciamos de uma possível assistência.
4. Não entrar na água con feridas de sangue.
5. Não usar jóias brilhantes. A luz que refletem pode parecer muito com as escamas reluzentes de uma possível presa.
6. Evitar águas onde há pesca , ou onde sabe-se que há atividade predadora. As gaivotas e outras aves em ação são um bom alarme de perigo.
7. Não nadar em águas com algas. Estas atraem os peixes pequenos, que por sua vez atraem os tubarões.
8. Não agite muito. Os movimentos erráticos, especialmente com as pernas, podem atrair tubarões. Mantenha seus animais de estimação longe d'água.
9. Ter precaução próximo a bancos de areia ou quedas bruscas. Estes costumam ser os refúgios favoritos para os tubarões.
10. Evitar se banhar com roupa reluzente ou em águas pouco claras para não ser confundido com comida.
11. Não entrar na água se foram detectados tubarões - mas se o objetivo é exatamente mergulhar com tubarões:
a. Preparação: Realizar algum estudo sobre o tipo de tubarão a ser observado, sua conduta e sua quantidade.
b. Seja educado: Lembre-se que você está entrando num mundo que pertence aos tubarões. Deixe que eles o cerquem e em nenhum momento vá atrás deles, pois poderão reagir como qualquer animal que se sente ameaçado.
c. Evite olhar diretamente: Os tubarões não gostam de ser encarados de forma direta. Por isso recomenda-se olhar com o rabo dos olhos mas sem perdê-los de vista.
Lembre-se, temos os olhos na frente, isso significa que somos predadores - se olhar diretamente pra ele, vai se sentir ameaçado e poderá atacar.
d. Fique quieto: Quando estiver com o tubarão, trate de se transformar em parte inofensiva do terreno. Evite os movimentos bruscos, pois eles podem se assustar e atacar em defesa.
e. Mantenha uma posição horizontal: Os tubarões parecem se assustar mais com a altura do que com a largura, por isso mantenha-se agachado ou flutuando durante os encontros.
f. Não é bom se amontoar: Devido a sua capacidade para ver contrastes, às vezes os tubarões veêm os grupos como um único organismo ameaçador, por isso é melhor estar em grupos pequenos.
g. Não alimente os tubarões: Não utilize carnes pois pode provocar uma concorrência sangrenta pela comida entre vários deles e transformar em segundos uma experiência interessante numa situação de alto risco.


tutubarão lixa Mergulho com tubarões

Para muitas pessoas, tubarão e mergulho são duas palavras incompatíveis. Entretanto, para algumas poucas, chega a ser o motivo que as leva a procurar o mergulho.
Transformado em monstro dos mares durante séculos nas lendas dos marinheiros e imortalizado como besta assassina nos filmes da série "Tubarão", hoje em dia cresce o número de pessoas que começam a entender o papel deste animal na natureza.
Com o conhecimento, vem a curiosidade ocupando o lugar do medo, levando cada vez mais um número expressivo de pessoas, especialmente mergulhadores, a buscarem um contato maior com esse animal.
Hoje existem viagens de mergulho especialmente desenvolvidas para colocar o mergulhador em contato com tubarões de várias espécies, sendo o preferido da grande maioria o tubarão-baleia.
Algumas operadoras de mergulho tem inclusive pacotes especiais para este tipo de mergulho.
Até mesmo o perigoso tubarão branco pode ser visto de perto (com o mergulhador dentro de gaiolas protetoras).
Existem também alguns aquários que proporcionam o mergulho com tubarões dentro de grandes tanques - pra quem gosta de adrenalina, mas nem tanto.
lixa

Tubarão Lixa

Nome científico: Ginglymostoma cirratum
Classe: Chondrichthyes
Subclasse: Elasmobranchii
Ordem: Orectolobiformes
Família: Orectolobidae
Características: É um dos mais populares tubarões no mundo. Ocorre em toda a costa brasileira. Ele tem o hábito de dormir empilhado em outro da espécie e chegam a formar pilhas de até 30 tubarões. Seus dentes pequenos são extremamente poderosos. Pode medir até 4,3 metros de comprimento. Vive próximo ao fundo do mar e alimenta-se de invertebrados. É uma espécie considerada inofensiva ao homem.
tubarão frade

Tubarão frade

Cetorhinus maximus
Ordem: Lamniformes
Segundos em tamanho (o maior é o tubarão-baleia), os tubarões-frade são criaturas grandes que se alimentam apenas de plâncton.
Eles nadam com as bocas abertas, filtrando pequenos organismos enquanto avançam nas águas.

Vistos com freqüência perto da costa, os tubarões-frade são grande atração para os ecoturistas, que podem ver estes gigantes a apenas uma curta distância da terra.
Nadam regularmente na superfície e são tolerantes à presença humana, um fator que contribuiu para sua caça durante muitos anos e agora contribui para o eco-turismo..
Tamanho máximo: 12 m / 7.000 kg
Distribuição: Águas costeiras temperadas e árticas do mundo inteiro. Muito raro em regiões tropicais.
Dieta: Plâncton, tipicamente constituído por larvas de invertebrados, pequenos crustáceos e ovos de peixes.
Reprodução: Incerta, mas acredita-se que sejam ovovivíparos, com períodos de gestação muito longos e um número reduzido de crias.

Os tubarões são capazes de caçar poucas horas depois de terem sidos lançados ao mundo.
Os jovens tubarões-tigres da areia nem mesmo esperam para nascer. Ainda dentro do ovoduto, o embrião mais forte come os óvulos não fecundados da mãe e depois come seus irmãos e irmãs. Apenas ele sobrevive e nasce, mas como essa espécie tem dois ovodutos, a fêmea geralmente tem dois filhos de cada vez. Já agressivos e bem alimentados, os dois são independentes desde o nascimento.

Em vez de flutuarem livremente, os embriões do tubarão-limão são ligados ao ovoduto da mãe por um longo cordão.
tubarão baleia

Tubarão tem predadores?

O tubarão é uma animal dos mais bonitos e eficientes.
Ele tem alguns poucos predadores.
Uma orca pode comer um tubarão menor, um tubarão maior pode comer um tubarão menor, e em caso de falta de alimentos um grupo de tubarões pode atacar um tubarão mesmo que este seja grande.

Na costa da Austrália existe uma espécie de jacaré que vive mais na água salgada do que na doce, e eles podem eventualmente, atacar um tubarão menor.
Um golfinho pode matar um tubarão (com uma bicada na barriga), mas não se alimenta dele. Os tubarões demonstram um certo "respeito" pelos golfinhos.

E por fim o homem, que é o maior predador do tubarão.
Existe um repelente que emite um sinal elétrico de baixíssima voltagem, que causa um mal-estar no tubarão.
Este mal-estar passageiro, e não lhe causa nenhum dano permanente. A pessoa que usa e os outros animais aquáticos não sentem nada, só os tubarões vão sentir.
Parece ótimo mas não funciona com todas as espécies de tubarão.
Tem também um químico em desenvolvimento....ao morrer, um tubarão segrega um tipo de feromônio, transmitindo um claro sinal de perigo que avisa os outros tubarões para fugir. Isso levou os pesquisadores a isolarem as substâncias químicas do feromônio liberado pelo cadáver do tubarão morto e produzir a substância artificialmente, sem precisar sacrificar tubarões.
Os testes realizados em várias espécies foram bem-sucedidos, e novas pesquisas prosseguem com os tubarões-tigre, tubarões-touro e tubarões-martelo (o mais agressivo de todos).
O produto não é tóxico para o tubarão nem para o meio ambiente.
quando for fabricado poderá ser usado em trajes de mergulho, bronzeadores, pranchas de surf....
Pesquisas estão sendo feitas em vários lugares, mas acho que quem está mais adiantado é o laboratório Oak Ridge, em New Jersey, EUA

De animal, que eu tenha conhecimento que o tubarão respeita...acho que só o golfinho mesmo.
Mas aqui entre nós, a melhor coisa pra não ser atacado por tubarões é só mergulhar onde há fartura de alimentos...eles jamais escolheriam comer gente tendo abundância de peixes. No mais é ter cuidado e respeito pelo que eles são.
troia
Em 2008, Fabien Cousteau (neto de Jack Cousteau) criou um tubarão/submarino chamado Tróia, para ineragir com os grandes tubarões brancos.
Em seu documentário, ele defende a inteligência desses animais.

”Os grandes tubarões brancos estão na terra há 400 milhões de anos e quem sobreviveu esse tempo todo não pode ser estúpido”

troia


Ao lado e acima Fabien Cousteau e seu Tróia.
Veja mais no National Geographic


Tubarão Branco

A grande tubarão-branco ataca por baixo e por trás, pegando a vítima de surpresa. Para tal, deve aproximar-se depressa e manter a vítima à vista. Seus olhos precisam reagir rapidamente à mudança de luz para que a caçada seja bem-sucedida.
Como todos os outros tubarões, o grande branco confia em sua gama de sentidos para localizar presas como focas e leões-marinhos. Mas sua visão é crucial na localização precisa da vítima na superfície, em silhueta contra a luz.
O segredo dessa capacidade está em uma camada de placas semelhantes a espelhos situada na parte posterior do globo ocular. É isso que ilumina os olhos do gato quando ele é surpreendido à noite pelos faróis de um carro. Refletindo a luz através da retina, essa camada duplica a quantidade de luz usada pelo olho. Comum em caçadores noturnos como o gato, se tiverem de ver com pouca claridade.
Mas, de dia, a luz em excesso pode ser um problema. O gato resolve isso reduzindo a pupila.
A camada espelhada nos olhos do grande tubarão branco aumenta bastante sua visão nas profundezas escuras, mas falta-lhe a íris  (como a do gato) para proteger seus olhos quando ele sobe rapidamente à superfície. Para compensar isso, esse tubarão desenvolveu uma "cortina" de células contendo pigmento. Quando penetra na luz intensa, essas células expandem-se sobre cada placa reflexiva e contraem-se quando ele retorna ao fundo.
Ao nadar em águas rasas, o tubarão precisa enxergar a luz acima e a escuridão abaixo. Nesse caso, a "cortina" protetora reage de modo diferente em cada metade do olho. A parte inferior do tapete, que reflete a luz de cima, é coberta para proteger a retina. A parte superior, que reflete a luz de baixo, fica exposta para que o máximo de luz atinja a retina e forme uma imagem a mais clara possível das profundezas embaixo.
Tubarão duende
na foto ao lado, um Tubarão duende


tubarão vaca
Ao lado um tubarão-vaca.

Em breve atualizações, aguarde
tubarões cookiecutters

Cookiecutters

Os tubarões cookiecutters, que vivem nas águas tropicais dos oceanos Pacífico e Atlântico, alimentam-se de sangue e de pedaços de carne. São luminosos, medem 50cm, têm afiados dentes triangulares na mandíbula inferior e várias fileiras de pequenos dentes na mandíbula superior.
O cação-anjo fica no fundo do mar e abocanha os peixes que passam por ele. Além de ficar camuflado por sua coloração semelhante à da areia, seu corpo achatado, com grandes barbatanas peitorais e dorsais em forma de asas, lhe dão a aparência de uma inofensiva arraia.

tubarao martelo

Tubarão Martelo

Nome científico: Sphyrna lewini
Classe: Chondrichthyes
Subclasse: Elasmobranchii
Ordem: Carcharhiniformes
Família: Sphyrnidae
Características: Seu nome é devido ao formato curioso de sua cabeça: duas grandes extensões planas e laterais, que lhes permite girar com mais rapidez que outros tubarões. Mede até 4,2 metros de comprimento. Alimenta-se de animais escondidos na areia no fundo do mar.